Obras Avenida Júlio de Castilhos em Candelária
Na semana passada, as obras de assentamento da adutora de água bruta, na Avenida Julio de Castilhos em Candelária até a Avenida Marechal Deodoro foram retomadas, após a sua paralisação em setembro de 2009, devido à falência da AJC Brito, que em primeiro momento, foi contratada pela Companhia Riograndense de Saneamento - CORSAN, para a execução da obra.
A realização da obra foi viabilizada atraves de um convênio firmado entre a Prefeitura Municipal e a concessionária. Conforme explica Odacir Teixeira, chefe local da CORSAN, “como o convênio foi firmado com um órgão público, é dispensado o processo licitatório, e dessa forma, a obra pode ser concluída com maior rapidez”, ressalta.
O custo total da obra é de R$ 448.008,73. O valor do convênio entre prefeitura e CORSAN é de R$ 220.110,73 e neste, a prefeitura dispõe de um caminhão caçamba e um motorista, uma máquina retroescavadeira e um operador e dois homens auxiliares. A concessionária disponibiliza a mão de obra especializada, atraves da equipe local, e outra equipe vinda da Superintendência da Região Central de Santa Maria – SURCEN, com a disponibilidade de três funcionários, um caminhão Mulck, com um operador e todo o material necessário para a obra, como os tubos e demais peças especificas.
A obra está sendo administrada por Odacir Teixeira, pelo secretário de Obras, Julio Christtmann e pelo diretor de Obras, Silvio Braga. A previsão para o término da obra é no final do mês de maio deste ano.
O chefe da CORSAN explica que “primeiramente o andamento da obra, inicia na Av. Julio de Castilhos, seguindo para a Rua 7 de Julho, até a Av. Marechal Deodoro e seguem até a frente da CORSAN. Na segunda etapa, de imediato as obras iniciam na Rua da Praia, porém, somente na parte do asfalto, na passagem das duas pontes de concreto, neste local, os tubos serão assentados na calçada” destaca.
Os principais benefícios são constatados com um menor tempo de recalque, ou seja, do transporte de água de um ponto a outro, na Estação de Tratamento de Água - ETA, menor número de horas extras e o aumento significativo no volume de água transportada, que hoje é de 45 L/s podendo ser triplicada.
“A CORSAN necessita de um reservatório de 500 m3 de água, para armazenamento da produção que será maior com a conclusão da obra, isto também iria triplicar a reserva de água pronta para distribuir” enfatiza Teixeira.
Caso seja renovado o contrato entre prefeitura e CORSAN, a concessionária planeja um novo reservatório que englobará ações direcionadas ao saneamento básico, a substituição de redes de água nas ruas 7 de Setembro e 20 de Setembro, que já estão postas no Plano Municipal de Saneamento e será contemplada no prazo de um ano. Ainda será realizada a construção de uma estação de tratamento de esgoto, em um prazo médio de 6 anos, beneficiando aproximadamente 30% da cidade e os 70% restante, serão concluídos até o termino do Contrato de Programa, assim previsto.